quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Autobiografia na Música - Terra no Asfalto - Capítulo 66 - Por Luiz Domingues



Participações Especiais :

Edmundo : 

Residência do baterista Edmundo, onde tudo começou para o TNA

O Edmundo, amigo fiel do Paulo Eugênio, e que foi o primeiro benfeitor da banda (ao emprestar sua casa para nossos primeiros ensaios),  só participou da banda uma vez como convidado, tocando percussão numa apresentação do TNA em Campinas, na Escola de Idiomas, Cultura Inglesa, em 1980. 

Apesar dessa efêmera participação, foi testemunha assídua de toda a carreira da banda. 

E por ser um amigo que eu tinha boas referências, foi o primeiro em quem pensei, quando quis recrutar um baterista para A Chave do Sol. 

Esse episódio já foi registrado no capítulo "A Chave do Sol". 

Foi a vários shows da Patrulha do Espaço e do Pedra.



Tato Fischer :
                   Tato Fischer em foto bem mais atual

Também efêmera, porém produtiva, foi a passagem meteórica de Tato Fischer pelo TNA. Sua melhor colaboração, foi na primeira edição da apresentação na Escola de Idiomas, Cultura Inglesa, em 1980. 

Também teve uma participação numa apresentação acústica, e bem improvisada, e nada mais. Falei sobre o Tato com detalhes no capítulo : Trabalhos Avulsos". 

Nunca mais tive contato com ele, depois dessa sua participação com o TNA. 



Catalau : 

                        Catalau, na época do Golpe de Estado

Não chegou a tocar ao vivo, nem como "canja", mas foi cogitado para ser guitarrista/vocalista do TNA em meados de 1980. 

Fez poucos ensaios acústicos, mas sua participação não se concretizou. 

O encontrei em 1983, tocando no "Fickle Pickle", e a partir de 1985, brilhou muito no Golpe de Estado, até afastar-se em meados dos anos 1990, e dar uma guinada na vida, tornando-se pastor evangélico, e cantor gospel. 

Convivi bastante com ele entre 1983 e 1990, mas depois que deixou o Golpe de Estado, e tornou-se evangélico, a última vez foi no camarim do Sesc Pompeia em 2003, quando dividiu um show coletivo com a Patrulha do Espaço, onde eu estava, e Serguei.



Maurício "Pardal"  :
Mal esquentou o banco de baterista, pois foram só quatro apresentações. 

A banda estava desfigurada em 1982, e não esboçava reação para evitar esse fim presumível, quando ele, sentindo o clima, saiu pela tangente, até ironizando, conforme já relatei.

Pouco sei do "Pardal" antes e depois de sua passagem meteórica pelo TNA. 

Sei apenas que era um músico de extrema qualidade técnica, mas desconheço sua trajetória para citá-la aqui. 

Nunca mais tive notícias suas, após 1982.

 
Wagner "Sabbath" :


Registro aqui como forma carinhosa e honorária, mas na verdade não foi membro, tampouco aspirante a membro. 

O Wagner "Sabbath" era um cara que aparecia com frequência nas apresentações, e insistia com viva tenacidade para dar canjas com a banda. 

Queria cantar e tocar guitarra a todo custo. 

Sua insistência era tão grande que um dia deixamos que se apresentasse sozinho à guitarra, no intervalo de uma apresentação nossa no Bar 790. 

Ele acabou trazendo o poeta Julio Revoredo, seu amigo de longa data, em algumas apresentações do TNA, e posteriormente, passou a acompanhar a carreira da Chave do Sol, apresentando o poeta formalmente para nós, e daí tornando-o nosso parceiro letrista em várias composições. 

E claro...pedia para dar canja com a Chave, e sonhava ser nosso vocalista. 

No capítulo da Chave do Sol, tenho boas histórias dele. 



Rubens Gióia : 
                                Rubens em foto bem mais atual

Embora sua participação tenha se limitado à três ou quatro ensaios acústicos, e reuniões de escolha de repertório, claro que merece a citação. 

Ou seja, não teve de fato uma história no TNA, mas ao mesmo tempo, esse contato supostamente efêmero, foi fundamental para delinear o início da Chave do Sol.

Dispensa comentários aqui, pois é personagem fixo e vital no capítulo "A Chave do Sol".



Continua...   

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