quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Autobiografia na Música - A Chave do Sol - Capítulo 28 - Por Luiz Domingues


Teríamos muitos altos e baixos em 1983. 

Estávamos vindo de um embalo muito bom do final de 1982, e alcançaríamos um pico ainda maior, logo no início de 1983, conforme estou relatando.

Logo mais na narrativa, vou falar sobre o auge dessa fase, e a queda brusca, ainda no primeiro semestre de 1983.

En passant, aproveito para dizer (reiterando, pois já falei isso anteriormente), que esse período do início da Chave de setembro de 1982, até o meio de março de 1983, foi um dos que mais curti na história da banda.

A euforia que sentia pelos avanços, é uma lembrança muito boa.


Visto com o distanciamento histórico e pela ótica de um cara de 51 anos de idade de hoje em dia (referindo-me ao momento em que escrevi, em 2011), poderia parecer exagero, pois tocávamos em barzinhos, e o máximo que conseguimos de extraordinário foi uma nota num jornal de grande circulação, e uma aparição fortuita num programa de TV, mas proporcionalmente, aquilo era uma conquista tão grande, que produzia em mim uma euforia enorme, e essa energia mágica de ordem motivacional, imprimiu um estrato de memória dos mais doces.

Tempos depois, A Chave do Sol teria vitórias estrondosamente maiores, mas eu tenho muito carinho por esses momentos iniciais da trajetória da banda.



Continua...

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